Kitsch Kong a été co-crée par André Rosenfeld Sznelwar et Renata do Val. Tous deux brésilien.nes-européen.nes, il.elle se sont formé.es aux portés acrobatiques à l’école de cirque ESAC-TO Lido, à Toulouse.

Le dynamisme artistique de la compagnie vient de leur apprentissage à rire de leurs désespoirs. Même s’il.elle.s ne verbalisent pas à travers les mots, il.elle.s ne sont pas là pourne rien dire. Leur règle est simple: tout ce qui monte doit d’abord tomber.

A Kitsch Kong foi cocriada por André Rosenfeld Sznelwar e Renata do Val. Ambos brasileiros com vivência na Europa, eles se formaram em acrobacia de duplas (portés) na escola de circo ESAC-TO Lido, em Toulouse.

O dinamismo artístico da companhia nasce da capacidade de rir de seus próprios desesperos. Embora não se expressem por meio de palavras, eles não estão ali para não dizer nada. A regra deles é simples: tudo o que sobe deve, antes, cair.

Elle rêve d’aventure depuis sa première fuite: une promenade à la plage à l’âge de 3 ans, sans avertir ses parents. Elle apprend ce jour-là que la mer est aussi attirante que violente. Bien plus tard, elle décide de partir  de sa terre natale et ainsi faire face a une attirance très  évidente pour elle, apprendre l’errance.

Renata est une artiste pluridisciplinaire. Amatrice de la  pratique du dessin depuis son jeune âge, elle relie l’art  graphique à celle de son métier principal: Acrobate. Née  dans une famille d’architectes à São Paulo, elle est aussi passée par l’école d’architecture. Sa passion pour l’art  performatif circassien l’amène à une bifurcation de chemin professionnel et d’adresses. Depuis sa formation en  voltige acrobatique au Lido (ESAC-TO), à Toulouse, elle  participe à plusieurs créations et compagnies (Feria Musica, Projet.PDF, Collectif 45o, Cie. TWO, Cie. 100 Issues, et  autre) et co-fonde sa compagnie, Kitsch Kong. En parallèle, de manière autodidacte, elle crée des affiches, logos et éléments scéniques pour différentes commandes.

Ela sonha com aventuras desde a sua primeira fuga: um passeio até a praia, aos 3 anos de idade, sem avisar os pais. Naquele dia, aprendeu que o mar é tão atraente quanto violento. Muito mais tarde, decidiu deixar sua terra natal para enfrentar um desejo muito claro: aprender a arte de vagar pelo mundo.

Renata é uma artista multidisciplinar. Praticante de desenho desde cedo, ela une a arte gráfica à sua profissão principal: acrobata. Nascida em uma família de arquitetos em São Paulo, também passou pela faculdade de arquitetura. Sua paixão pela arte circense a levou a uma mudança de rumo profissional e de endereço. Desde sua formação em acrobacia aérea no Lido (ESAC-TO), em Toulouse, participou de diversas criações e companhias (Feria Musica, Projet.PDF, Collectif 45o, Cie. TWO, Cie. 100 Issues, entre outras) e cofundou sua própria companhia, a Kitsch Kong. Paralelamente, de forma autodidata, cria cartazes, logotipos e elementos cênicos para diversos trabalhos sob encomenda.

Il aime raconter le fait d’avoir été conçu en France, mais que sa naissance a eu lieu à São Paulo. Ses parents l’ont toujours embarquée dans leurs voyages et André y a pris goût par les rencontres et les adieux. À trois ans, il a dit au-revoir à toustes ses ami.es; 
8 ans à son hamster; 13 ans à son appareil dentaire; 14 ans à sa grand mère qui n’avait plus de dents; 19 ans à son premier amour; 
à 20 ans à Manchinha, sa meilleur compagnie. À 21 ans il a déménagé en France, sans sa famille.

Une fois en France, André suit une formation au Lido (ESACTO) en tant que porteur. Passionné par le mouvement, il continue à explorer ses capacités physiques, de la danse contemporaine aux plus traditionnelles, du surf à l’aïkido. Comme le cirque accueille différentes expressions artistiques, il devient son langage principal. Il crée la cie Kitsch Kong en 2013 avec Renata et travaille parallèlement avec différentes cies (Le Doux Supplice, Un Loup Pour L’Homme, Feria Musica, cie. D’iElles et El Salto) majoritairement de cirque.

Ele gosta de contar que foi concebido na França, mas nasceu em São Paulo. Seus pais sempre o levavam em suas viagens, e André tomou gosto por essa dinâmica de encontros e despedidas. Aos três anos, despediu-se de todos os seus amigos; aos 8, de seu hamster; aos 13, 
de seu aparelho ortodôntico; aos 14, de sua avó, que já não tinha mais dentes; aos 19, de seu primeiro amor; e, aos 20, de Manchinha, sua melhor companhia. Aos 21 anos, mudou-se para a França, sem a família.

Já na França, André realizou sua formação no Lido (ESACTO) como *porteur* (base em acrobacias de dupla). Apaixonado pelo movimento, continuou a explorar suas capacidades físicas, passando da dança contemporânea a estilos mais tradicionais, e do surfe ao aikido. Como 
o circo acolhe diversas expressões artísticas, essa linguagem tornou-se a sua principal forma de atuação. Em 2013, fundou a companhia Kitsch Kong com Renata e, paralelamente, trabalhou com diversos grupos — a maioria de circo —, como Le Doux Supplice, Un Loup Pour L’Homme, Feria Musica, Cia. D’iElles e El Salto.

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